HOMICÍDIO QUALIFICADO
A Polícia Civil entregue à Câmara Municipal, nesta segunda-feira (25), a cópia do inquérito policial que indiciou o vereador tenente-coronel Marcos Paccola (Republicanos) por ter matado à tiros o agente socioeducativo Alexandre Myagawa, de 41 anos.
Agora, o documento que possui 500 páginas, será apreciado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e também pela Comissão de Ética do Parlamento Municipal. A documentação dará base para apresentação do parecer em torno do pedido de afastamento e de cassação protocolados contra o parlamentar.
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) concluiu o inquérito na quarta-feira (20) e indiciou Paccola pelo crime de homicídio qualificado por recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público Estadual. Antes mesmo do indiciamento, no dia 13 de julho, o Ministério Público chegou a solicitar a prisão do vereador, mas o pedido foi negado pela Justiça, que determinou a busca e apreensão de aparelhos celulares de Paccola.
“Ao concluir esse pedido de afastamento orientaremos a Comissão de Ética sobre o rito que deverá ser obedecido e os prazos de direito ao contraditório que deverão ser aberto”, explicou o presidente da CCJ, vereador Chico 2000.
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