Mais uma do Galinho
DO RBMT
Como diz na gíria popular o deputado Wilson Santos "vem causando" (chamando a atenção) nos últimos dias, Primeiro foi a denúncia que colegas deputados teriam sido financiados pelo “crime organizado, facções” nas eleições de 2022, a declaração rendeu protestos por parte de deputados na Assembleia e até uma ida no MPE para prestar esclarecimentos, mas a tal denuncia só ficou no barulho, a própria assembleia lavou as mãos e não quis levar o caso adiante e ficou o "dito pelo não dito'
Agora Wilson Santos vem com mais uma denúncia, desta vez envolvendo empresários do setor elétrico (PCHS), segundo a reportagem publicada hoje no site olhar direto assinada pelo jornalista Max Aguiar, o deputado teria confidenciado que sofreu “ameaças de morte” e até “vantagens financeiras” para parar com a campanha contra a construção de PCHS no Rio Cuiabá. Assim como na denúncia de envolvimento de deputados com facções nas eleições, Wilson também não apresentou provas sobre essa envolvendo o setor energético.
Trechos da matéria no Olhar Direto
“Já recebi propostas financeiras grandes, gigantescas, para arrumar a minha vida. E não recebi ameaça velada, mas já me disseram ‘cuidado, se cuide, você está indo longe demais'. Tocaram no assunto hoje no Colégio de Líderes, perguntaram se eu queria segurança e eu disse que não. Não quero segurança. Não uso segurança e não tenho revólver", comentou o deputado. Wilson disse que continuará os trabalhos, com apoio de ONGs, associações, grupos de estudos e com ajuda de políticos de Mato Grosso para evitar que usinas possam ser construídas. O detalhe é que mesmo diante de diversas ameaças, o social democrata disse que continuará a enfrentar quem tenta matar o Rio Cuiabá, após decisão do STF, por 8x2, para derrubar a Lei aprovada pela Assembleia Legislativa, em 2022. A referida lei proibia a construção de hidrelétricas.
Como diz na gíria popular o deputado Wilson Santos "vem causando" (chamando a atenção) nos últimos dias, Primeiro foi a denúncia que colegas deputados teriam sido financiados pelo “crime organizado, facções” nas eleições de 2022, a declaração rendeu protestos por parte de deputados na Assembleia e até uma ida no MPE para prestar esclarecimentos, mas a tal denuncia só ficou no barulho, a própria assembleia lavou as mãos e não quis levar o caso adiante e ficou o "dito pelo não dito'
Agora Wilson Santos vem com mais uma denúncia, desta vez envolvendo empresários do setor elétrico (PCHS), segundo a reportagem publicada hoje no site olhar direto assinada pelo jornalista Max Aguiar, o deputado teria confidenciado que sofreu “ameaças de morte” e até “vantagens financeiras” para parar com a campanha contra a construção de PCHS no Rio Cuiabá.
Trechos da matéria no Olhar Direto
“Já recebi propostas financeiras grandes, gigantescas, para arrumar a minha vida. E não recebi ameaça velada, mas já me disseram ‘cuidado, se cuide, você está indo longe demais'. Tocaram no assunto hoje no Colégio de Líderes, perguntaram se eu queria segurança e eu disse que não. Não quero segurança. Não uso segurança e não tenho revólver", comentou o deputado. Wilson disse que continuará os trabalhos, com apoio de ONGs, associações, grupos de estudos e com ajuda de políticos de Mato Grosso para evitar que usinas possam ser construídas. O detalhe é que mesmo diante de diversas ameaças, o social democrata disse que continuará a enfrentar quem tenta matar o Rio Cuiabá, após decisão do STF, por 8x2, para derrubar a Lei aprovada pela Assembleia Legislativa, em 2022. A referida lei proibia a construção de hidrelétricas.
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