ELEIÇÕES 2024
Redação RBMT
Membros de oposição à gestão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) já estão se movimentando em busca de consolidar um grupo para disputar a prefeitura de Cuiabá nas eleições de 2024. O maior desafio será a construção de uma frente única e evitar racha de candidaturas no pleito municipal.
As conversas começaram em almoço que reuniu o vereador Dilemário Alencar (Podemos), o deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), o deputado federal Abílio Brunini (PL), além dos ex-vereadores Marcelo Bussiki e Felippe Wellaton.
O “quinteto”, como o grupo se autodenomina, ficou conhecido por criar um bloco de oposição com atos de fiscalização e Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) contra a gestão Emanuel na Câmara Municipal.
O parlamentar afirmou que os encontros para afunilar o debate devem ocorrer pelo menos uma vez por mês. Dentro do grupo, Abílio é o mais cotado para encabeçar a candidatura à prefeitura. Ele foi o terceiro deputado federal mais votado nas eleições do último pleito e recebeu 41.621 votos, sendo o mais votado em Cuiabá.
Em 2020, chegou ao segundo turno da disputa municipal ao lado de Wellaton, em uma eleição acirrada contra Emanuel, que buscava a reeleição. O Partido Liberal (PL), legenda da qual Abílio é filiado, já deixou claro que não vai abrir mão de uma candidatura própria na Capital.
Por outro lado, Dilemário afirma que os aliados entendem que os partidos que fazem frente à atual gestão devem criar uma aliança única para enfrentar o candidato que será lançado pelo grupo de Emanuel.
Para tanto, algum lado terá que ceder nas articulações. Isso porque o grupo liderado pelo governador Mauro Mendes (União) poderá lançar o deputado federal Fábio Garcia (União) como candidato a prefeito.
Caso não haja nenhum acordo, a frente de oposição poderá ficar dividida eleitoralmente, abrindo espaço para uma eventual vitória para o sucessor do emedebista.
“Queremos unificar. Evidentemente querermos conversar com o governador. Estou na base de apoio e estamos de portas abertas para dialogar com outros grupos. Primeiro estamos nos agrupando para expandir esse dialogo. O ideal seria criar uma frente única para derrotar o modelo de gestão que está aí. O correto é solidificar, criar uma linha de frente única”, finalizou.
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