Ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa se filiou ao partido Democracia Cristã (DC) e deve disputar a Presidência da República. Conforme o Painel, da Folha de S.Paulo, a legenda pretende preparar o futuro candidato.
Anteriormente, o ex-ministro Aldo Rebelo tinha sido apresentado como pré-candidato à Presidência pelo partido. No entanto, o nome dele não cresceu nas pesquisas. Por isso, o DC, presidido pelo ex-deputado federal João Caldas, decidiu efetuar a troca.
"Ele se filiou ao partido para concorrer. Atualmente, vivemos no Brasil uma crise institucional entre os Três Poderes. Não existe ninguém melhor do que Joaquim Barbosa para resolver isso. Ele será o mensageiro que nos resgatará desse cenário", declarou Caldas.
Quem é Joaquim Barbosa
Joaquim Barbosa foi relator da ação penal do mensalão no STF, na qual votou pela condenação de políticos, incluindo aqueles ligados ao PT, como José Dirceu e José Genoino.
Então filiado ao PSB, ele cogitou se candidatar à Presidência da República em 2018.
Barbosa integrou a Corte entre 2003 e 2014. Por lei, ele poderia permanecer no cargo do STF até 2029, quando completaria 75 anos.
No entanto, antecipou a aposentadoria, deixando o cargo em 31 de julho de 2014, após 41 anos de serviço público ao todo.
Carreira de Joaquim Barbosa
De acordo com o STF, o ministro aposentado Joaquim Barbosa é natural de Paracatu (MG). Graduou-se em Direito e concluiu especialização em Direito e Estado pela Universidade de Brasília (UnB).
Obteve os títulos de mestre e doutor em Direito Público pela Universidade de Paris-II (Panthéon-Assas) e estudou línguas estrangeiras na Inglaterra, Estados Unidos, Áustria e Alemanha.
Na administração pública federal, trabalhou como compositor gráfico no Senado Federal e foi oficial de chancelaria no Ministério das Relações Exteriores, lotado na Embaixada do Brasil na Finlândia.
Atuou como advogado do Serpro e ocupou a chefia da Consultoria Jurídica do Ministério da Saúde entre 1985 e 1988. Integrou o Ministério Público Federal de 1984 a 2003, exercendo funções em Brasília e no Rio de Janeiro.
Ingressou no STF como ministro em junho de 2003. Em novembro de 2012, assumiu a Presidência do tribunal, cargo que exerceu até sua aposentadoria, em julho de 2014.
Na área acadêmica, é professor licenciado de Direito Constitucional e Administrativo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Foi pesquisador visitante na Columbia University e na University of California (UCLA).
Recebeu bolsas de estudos do CNPq, da Fundação Ford e da Fundação Fulbright. É autor de artigos e de livros sobre o sistema político brasileiro e sobre ações afirmativas nos Estados Unidos
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