ELEIÇÕES 2022
O governador Mauro Mendes (União) também negou a informação do senador Carlos Fávaro (PSD), de que ele e o deputado federal Neri Geller (PP), pré-candidato ao Senado Federal, foram deixados de escanteio pelo grupo governista.
“Me desculpe o senador Fávaro, mas não é correto ele afirmar isso. Eles podem tomar o caminho que julgam melhor, ok, não tem problema nenhum, isso é um direito que cada cidadão, cada partido tem. Porém, isso não é verdade”, destacou, durante entrevista à imprensa na segunda-feira, 18 de julho.
Fávaro e Geller fecharam aliança com a esquerda, que faz oposição ao Mauro, para dar musculatura ao projeto de Neri ao Senado. Essa aproximação aconteceu após o governador ter se aproximado do PL, partido do presidente Jair Bolsonaro e do senador Wellington Fagundes, ambos pré-candidatos à reeleição em seus respectivos cargos.
Na semana passada, durante entrevista na TV, Fávaro disse que o descolamento da base e a aproximação com a esquerda aconteceu porque “ele [Mauro] escanteou a gente, colocou a gente pra fora do seu grupo político e caminhando para outro rumo”.
Já Mauro afirma que teria conversado com o Neri dias antes da separação, para tratar da proposta de palanque aberto ao Senado, que é uma tentativa de atender todos os partidos aliados que têm pré-candidatos ao cargo.
“Eu conversei com o deputado Neri poucos dias antes dessa reunião, ele também colocou essa proposta na mesa e depois eles resolveram construir um outro caminho. Ok, não tem problema nenhum, se isso foi a decisão final deles. Porém, dizer que esse grupo enxotou alguém, isso não é verdade”, destacou.
Outro que também criticou o comentário de Fávaro foi o senador Jayme Campos (União), que negou a informação, ressaltando que ninguém foi “chutado” da base.
SEM LOUCURAS
Mauro Mendes disse que pretende seguir a pré-campanha à reeleição com tranquilidade e sem cometer loucuras que, segundo ele, costumam levar ao fracasso de uma segunda administração.
“O que eu posso garantir a vocês é que a nossa pré-candidatura, que deverá chegar até o dia 29 no União Brasil para ser confirmada pelas convenções, nós vamos trabalhar com muita serenidade, com muita tranquilidade, para não cometer erros históricos, conhecidos, e que levaram ao fracasso em uma segunda administração”, disse.
Na avaliação do governador para seguir uma candidatura, é preciso ter viabilidade política, eleitoral e financeira.
“A campanha também custa. Ela tem gastos operacionais, de acordo com a legislação brasileira, e precisa ser cumprido. Ser viável eleitoralmente e você ter uma pesquisa, saber o que a população pensa sobre você, pensa principalmente se você está no cargo e está indo para reeleição e politicamente, porque os partidos são instrumentos do processo eleitoral e eles desempenham um papel importante como instrumentos”, explicou.
Fonte: Estadão Mato Grosso
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