Governador afirma que sua campanha trabalhará para vencer a disputa pelo Palácio Paiaguás antes do segundo turno
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) declarou, na última sexta-feira (17), seu compromisso em conquistar o cargo de chefe do Executivo estadual de Mato Grosso ainda no primeiro turno das eleições.

Mesmo considerando a possibilidade de uma segunda votação, o candidato reafirmou que toda sua estratégia de campanha será concentrada em encerrar a disputa eleitoral de forma mais rápida possível, evitando uma possível ida ao segundo turno.
"É possível [um segundo turno], as regras são essas. Eu vou me esforçar para a gente ganhar o quanto antes", declarou ao falar com jornalistas.
Na corrida pelo comando do estado, Pivetta enfrenta a concorrência de outros nomes expressivos. O senador Wellington Fagundes (PL), a médica Natasha Slhessarenko (PSD) e o senador Jayme Campos (União) também se posicionam como pré-candidatos, com este último ainda dependendo da aprovação em convenção partidária para oficializar sua candidatura.
O governador também sinalizou otimismo quanto ao recebimento de apoio do União Brasil, agremiação do ex-governador Mauro Mendes, uma vez que a legenda resolveu sua questão interna. Atualmente, a sigla enfrenta uma divisão entre aqueles que apoiam Jayme como candidato e os que preferem formar uma coligação com Pivetta neste processo eleitoral.
Conforme relatou, tem mantido distância das negociações internas da agremiação, respeitando as decisões que cabem aos seus dirigentes. Apesar disso, reconheceu ter conversado com importantes nomes da legenda para conhecer suas posições.
"Eu fiz duas ligações para dois prefeitos, uma junto com o Mauro, que era para um prefeito que era do PRD, e outra foi para um amigo meu. Só fiz duas ligações, até porque não é um assunto para mim, é um assunto interno do União Brasil e PP, tenho que respeitar eles", afirmou.
Questionado se acredita estar seguro quanto ao apoio do União Brasil, respondeu com segurança: "Estou confiante".
Sobre a possibilidade de Jayme Campos não conseguir apoio em sua convenção partidária, Pivetta preferiu não se antecipar quanto ao posicionamento do senador, mas deixou claro que fará esforços para conquistá-lo como aliado caso a situação se desenrole dessa forma.
"Não posso falar por ele, mas eu gostaria que sim [de tê-lo na aliança]. Vou pedir para ele o apoio", finalizou.
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