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Influenciador de direita aponta Otaviano Pivetta como único candidato autêntico da direita em Mato Grosso

Criador de conteúdo político analisa candidatos ao governo estadual e critica adversários por falta de alinhamento ideológico

Influenciador de direita aponta Otaviano Pivetta como único candidato autêntico da direita em Mato Grosso

Assessoria - O criador de conteúdo Paulo Souza, com expressiva audiência entre eleitores de orientação conservadora, divulgou análise em suas plataformas digitais destacando o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como o representante autêntico dos princípios de direita em disputa pelo Executivo estadual. O comunicador, que consolidou presença na internet a partir de 2014 com a fundação do Canal Hipócritas, mantém diálogo permanente com cidadãos alinhados politicamente à direita e atualmente alcança milhões de acompanhadores.

Na avaliação divulgada, Souza desqualificou as campanhas de Wellington Fagundes (PL) e Natasha Slhessarenko (PSD), argumentando que ambos buscam aproveitar-se de resultados conquistados por outras administrações sem mérito próprio na gestão pública.

"No Mato Grosso ficou visível para a direita identificar quem tenta aproveitar-se de êxito administrativo alheio e quem realmente encarna os valores dessa orientação política desde sua atuação como prefeito de Lucas do Rio Verde. O governador que verdadeiramente representa a direita em Mato Grosso é Otaviano Pivetta", afirmou o influenciador.

Souza também mencionou a articulação entre Pivetta e o ex-governador Mauro Mendes, candidato ao Senado, ressaltando que ambos teriam promovido recuperação do Estado após prejuízos de gestões pretéritas. A parceria com o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos) igualmente recebeu destaque na análise.

O comunicador sublinhou que Pivetta, durante sua gestão municipal em Lucas do Rio Verde, dirigiu a cidade com maior índice de desenvolvimento registrado no Brasil.

"Pivetta é apoiado pelo ex-governador Mauro, que implementou transformações importantes. Também conta com apoio do governador de São Paulo, Tarcísio. Atuou como vice-governador por dois mandatos ao lado de Mauro. Anteriormente, administrou Lucas do Rio Verde em três ocasiões, município que apresentou maior expansão econômica nacional nas três décadas passadas. Foram Mauro e Pivetta que subsequentemente restauraram e consolidaram Mato Grosso como potência econômica", declarou.

Rejeição ao senador por histórico político

Na exposição, Paulo avaliou criticamente os demais postulantes ao cargo de governador. Classificou Wellington Fagundes (PL) como representante de agenda esquerdista encoberta que em momentos anteriores associou-se ao presidente Lula (PT) e à ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Ainda acusou o parlamentar de exercer controle sobre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) previamente ao seu afastamento pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2019.

O criador de conteúdo rememorou a alcunha de "melancia" utilizada para Wellington, expressão que designa candidatos que conquistam apoio eleitoral entre conservadores enquanto secretamente sustentam princípios defendidos pela esquerda.

"Do lado oposto, temos Wellington, que personifica esquerdismo dissimulado. Wellington, cognominado melancia, permanece no Congresso próximo de quatro décadas mantendo associação com Lula e Dilma em todas as suas gestões. Exercia preponderância no Dnit enquanto Bolsonaro estava afastado do poder, sendo removido do cargo após a eleição presidencial. Apenas então Mauro, Pivetta, Tarcísio e Bolsonaro conseguiram solucionar o impasse da BR-163, que se perpetuava sob influência de Wellington", relatou.

Souza também observou que Wellington concorreu por duas ocasiões à prefeitura de Rondonópolis, em 2000 e 2004, sofrendo derrota em ambas as tentativas. Atribuiu o insucesso à reputação negativa do senador junto ao eleitorado local.

"Wellington buscou em múltiplas oportunidades administrar sua municipalidade, porém os rondonopolitanos sistematicamente recusaram sua candidatura ao Executivo, considerando sua trajetória política questionável. Há relatos de que quem conhece Wellington rejeita votá-lo", descreveu.

Influenciador da direita afirmou que Wellington Fagundes se aliou à “velha política de esquerda” e classificou Natasha Slhessarenko como “fenômeno Lulinha no Mato Grosso”

Complementou argumentando que Wellington alinhou-se à "velha guarda política" estadual, mencionando lideranças pretéritas condenadas judicialmente por corrupção e classificadas legalmente como "fichadas sujas".

O comunicador ressaltou que esses atores da política tradicional participaram de processos que "debilitaram a administração estadual" acumulando controvérsias ao longo de suas carreiras políticas.

"Wellington estruturou sua coligação com a velha matriz política esquerdista. Sua nora Janaina Riva concorre ao Senado mantendo proximidade com Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. Ela descende de José Riva, reconhecido como maior ficha-suja nacional, encarcerado recentemente. Vincula-se ao mesmo partido de Silval Barbosa, ex-governador condenado que contribuiu para desestabilizar o Estado em momento histórico recente. Wellington e Riva sustentam ainda aliança com Jayme e Júlio Campos. Entre os articuladores da campanha de Wellington figura Pedro Henry, protagonista do episódio do mensalão e da controvertida negociação de ambulâncias", recordou.

Análise crítica da candidata médica e empresária

Ao examinar a médica Natasha Slhessarenko (PSD), Souza questionou a transparência de sua atuação no setor público. Docente na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e proprietária de aproximadamente dez empresas, recebeu qualificação do influenciador como expressão do "fenômeno Lulinha em Mato Grosso".

A expressão alude a Lulinha, descendente do presidente Lula, proprietário de empreendimentos que recebiam recursos públicos. Tais negócios tornaram-se objeto de análises acerca de possível favorecimento nepotista com patrimônio estatal.

"Natasha exerce simultaneamente funções de servidora pública e empresária em larga escala, situação curiosa, pois seu contrato com a UFMT, acessível no Portal da Transparência, estabelece que deveria trabalhar integralmente, oito horas diárias, em todos os dias úteis. Aparentemente, ninguém a vê por lá há bastante tempo. Como ela consegue compatibilizar expediente integral como funcionalista com a administração de quase dez empreendimentos? É o fenômeno Lulinha em Mato Grosso", comparou.

Souza acrescentou que Natasha "demonstra posicionamento esquerdista declarado" e a equiparou com sua progenitora, ex-senadora Serys Slhessarenko, pelo engajamento em causas políticas progressistas.

"Representando esquerdismo sem disfarces, temos a Dra. Natasha, que explicita sua orientação política assim como sua mãe demonstrava quando exercia mandato senatorial e se engajava em movimento pelo PT", finalizou.

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