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Candidato ao Senado defende que fidelidade política deve estar com o povo, não com partidos

Mauro Mendes reforça apoio a Pivetta e questiona relevância das legendas nas escolhas eleitorais

Candidato ao Senado defende que fidelidade política deve estar com o povo, não com partidos

O candidato ao Senado Mauro Mendes enfatizou em entrevista ao programa A Notícia de Frente que a devoção de um representante político deve privilegiar os interesses da população em detrimento das amarrações partidárias. Segundo ele, as decisões eleitorais podem divergir das orientações da legenda quando uma avaliação independente indicar que isso representa melhor oportunidade para o eleitorado.

"A nossa fidelidade é com a nossa esposa, a nossa família, a Deus e ao povo. Partidos políticos no Brasil não representam muita coisa na cabeça do eleitor", declarou o candidato, justificando seu posicionamento de apoio à campanha de Otaviano Pivetta ao Governo de Mato Grosso, mesmo diante de posições divergentes dentro da agremiação União Brasil.

Mendes argumenta que o eleitorado não determina suas escolhas com base na sigla partidária, mas sim na trajetória e nas realizações concretas dos candidatos. Segundo ele, durante suas atividades de campanha pelo estado, nunca foi questionado sobre sua filiação partidária, mas sim sobre sua história e capacidade de entregar resultados.

"O eleitor nunca me perguntou qual partido eu estou. Não me perguntam. Eu ando por Mato Grosso, viajo, rodo por aí. Você está preocupado com essa história de partido político? Ou você quer conhecer as pessoas? O candidato? O que ele fez? O que ele pode fazer? Continuar fazendo?", questionou.

O candidato compara o processo de escolher um representante político ao de contratar um profissional, onde histórico profissional, experiência acumulada e resultados prévios são determinantes na decisão. Para Mauro, esses mesmos critérios deveriam orientar as escolhas eleitorais dos cidadãos.

"É assim que se contrata alguém. Você olha o currículo, você olha o histórico daquela pessoa, por onde ele trabalhou, o que ele já fez de experiência e de resultado. E aí você contrata essa pessoa. Então, contratar um político é mais ou menos igual", afirmou.

A posição de Mauro encontra respaldo na coligação que sustenta Pivetta, composta por gestores originários de múltiplas agremiações. O candidato destacou que, entre os 142 prefeitos de Mato Grosso, 133 apoiam o governador em sua reeleição, incluindo a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti. Esses exemplos, segundo ele, evidenciam que as alianças políticas transcendem as divisões impostas pelos partidos tradicionais.

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